quinta-feira, 29 de abril de 2010

HOJE!!!



As tesourinhas são marcas registradas da capital Federal, construídas como uma solução para o trânsito há quase 47 anos, são espécies de pequenos viadutos que ligam as quadras 100 às 200 nas asas norte e sul. Ou seja, são retornos, traços, curvas e linhas que nos uni em Brasilia. A Capital Federal, símbolo da modernidade, expressa sua arquitetura e urbanismo em diversas formas espalhadas, que fazem parte do seu cotidiano uma união de retas, traços, curvas e linhas entre seus moradores e visitantes. E a ideia e' esta, de UNIAO!

terça-feira, 20 de abril de 2010

A cidade é nossa!
A festa é do brasiliense!
O artista conta com a sua presença!
A harmonia, nós promovemos!
Prestigie, participe......
O grande presente é a alegria!
Parabéns Brasília!!!!!!!!!!!!

PARABENS CINQUENTONA!! VOCE MERECE...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Jovens brasileiros cada vez mais empreendedores

Amigos e Amigas,
Materia sobre minha trajetoria nas joias no site www.galeradadilma.com.br
Oh pai Oh...

Postado quarta-feira, abril 7th, 2010 por admin
Tags: Trabalho www.galeradadilma.com.br

Jovens brasileiros cada vez mais empreendedores

Com uma boa idéia na cabeça, os jovens têm se aventurado no mundo dos negócios e muitos deles estão tendo bons resultados. É o caso da empresária e jornalista Rachel Bardawil que viu nas sementes da Amazônia, uma excelente oportunidade.
De família acreana, Rachel sempre teve contato com a floresta, mas não pensava que dali, poderia de forma sustentável, conseguir abrir o seu próprio negócio. Ela começou, aos 21 anos, a fazer bijuterias com as sementes da floresta Amazônica valorizando o material daquela região. “Minha preocupação era com a biopirataria, mas aprendi como “apagar” o DNA das sementes e essa virou minha marca registrada”, disse.
A idéia deu super certo. Ela se especializou e se tornou uma designer de jóias conhecida em Brasília, abriu uma loja no shopping mais tradicional da cidade, onde expões suas peças.
A história da Rachel confirma uma pesquisa divulgada nessa terça-feira (6) pelo Sebrae. Segundo o levantamento, dos 18,8 milhões de pessoas à frente dos novos empreendimentos no país, 31,7% são jovens.
A pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) é realizada pela London Business School há dez anos em 54 país, incluindo o Brasil. O nosso país foi o que menos sentiu a crise mundial e, segundo os empreendedores pesquisados isso aconteceu graças à atual política econômica do Governo.
O levantamento foi feito com 2 mil pessoas entre 18 e 64 anos, em todas as regiões brasileiras. Nesses dez anos de pesquisa, o Brasil apresentou em média 13% da sua população economicamente ativa empreendendo. Em 2009, essa taxa foi de 15%.

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Valeuuuu!! :)

domingo, 28 de março de 2010

Por que alguém paga uma fortuna por um produto?


Por Adoro joias e as coisas boas da vida

Muita gente se pergunta por que alguém gasta R$ 100 ou R$ 200 mil numa joia ou R$ 5 mil numa bolsa ou R$ 600 numa garrafa de vinho. Um livro pode ajudar na resposta: “Os Gostos Adquiridos”, de Peter Mayle.

Muitos destes ”gostos adquiridos” nós nem sequer sabemos existir até experimentá-los. Experimentou, gostou e, daí para frente, não nos acostumamos com menos. E isso não vale apenas para produtos caros. Se você tem um carro com ar condicionado, vai achar impossível dirigir num carro sem ar. Se tem um celular, não acha que conseguirá retroceder e viver sem ele. Geladeira? Como é que por séculos a humanidade viveu sem ela? Os exemplos são muitos. Se você experimenta um café gourmet não conseguirá mais tomar o tradicional sem reclamar que arranha a garganta. Se come uma boa feijoada, vai achar que aquela servida no boteco, com ingredientes suspeitíssimos, não vale a pena. Nossos gostos vão se tornando mais apurados e sofisticados conforme vamos evoluindo no conhecimento de bons produtos e serviços.

Peter descreve esse esse fenômeno muito bem: Pequenos prazeres são como ótimos perfumes, basta uma gota para que se tornem inesquecíveis. Ele nos descreve como comprar uma gravata num gravateiro italiano, encomendar sapatos “by appointment” nas pequenas sapatarias londrinas, camisas nos camiseiros franceses, um bem cortado cardigan de cashemir, mas também como comprar e degustar uma porção de caviar russo ou iraniano, um bom foie gras ou trufas do Périgord com o vinho certo, na temperatura exata.

Está certo, vocês me dirão que precisamos viajar para aproveitar estas maravilhas. Mas, garanto-lhes: não é necessário. Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, entre várias outras, oferecem estes produtos com a mesma qualidade, bastando apenas dar-se o prazer e o tempo de conhecê-las. E, conseqüentemente, não esquecê-las mais.

Quanto aos serviços, nada melhor que a descrição de Peter quando se hospedou num certo hotel em Londres. Lá, desde o drink do bar (servido por um único barman sem nunca deixar o seu copo esvaziar-se), o jantar no restaurante do hotel, os lençóis de algodão do Egito e edredons de plumas de ganso onde dormiu e, ainda, o sapato colocado na porta do quarto à noite e devolvido no dia seguinte engraxado como um espelho. Estes são serviços que surpreendem e que tornam a experiência inesquecível. E quem não esquece, retorna e, principalmente, recomenda… >>> Christian Hallot